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NCST elege diretoria em congresso nacional e presidente convoca para a greve geral

27 de junho de 2017
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Ao abrir os trabalhos do IV Congresso Nacional da Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST, o presidente José Calixto Ramos convocou a todos para a greve geral. Segundo o presidente, há uma tentativa “deslavada” de desmobilização dos trabalhadores para o ato marcado para o dia 30 deste mês. A plenária de abertura do evento contou, ainda, com a eleição da diretoria para a gestão 2017-2021, por aclamação; palestra sobre o mundo do trabalho, com o diretor-técnico do Dieese, Clemente Ganz Lucio; e instalação das comissões temáticas.

001O evento teve início nesta segunda-feira e vai até amanhã, dia 28, no Centro de Treinamento Educacional – CTE, da Confederação Nacional Trabalhadores na Indústria – CNTI, em Luziânia (GO), reunindo cerca de mil delegados representantes das confederações, federações e sindicatos da base da Nova Central, que vieram de todas as partes do Brasil. O Congresso reúne trabalhadores da indústria, dos transportes terrestres, do turismo e hospitalidade, da construção, da educação e cultura e dos serviços públicos.

“O IV Congresso da Nova Central debate formas de lutas para barrar a aprovação das reformas trabalhista e previdenciária no Poder Legislativo. São propostas que visam por fim às legislações de proteção do trabalho, destruir a espinha dorsal dos direitos trabalhistas rumo ao sucateamento da CLT, enfraquecimento da democracia e da Constituição Federal”, afirmou o presidente.

Segundo Calixto, as reformas propostas pelo Executivo e ampliadas no Legislativo, sem diálogo com as entidades sindicais e a sociedade, num ato de intransigência do governo e do Congresso Nacional, se distanciaram do plano de governo apresentado aos eleitores em 2014, refletindo na rejeição recorde do presidente Michel Temer e descrédito do Legislativo. Ele alertou para a responsabilidade de escolha de representantes nas próximas eleições de 2018.

“É necessário que neste grave momento que registra a trágica marca de mais de 14 milhões de desempregados no Brasil que rejeitemos essa atitude brutal e insensível e são as entidades sindicais as únicas instituições democráticas fora dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, capazes de impedir as medidas retrógradas”, disse.

Fonte: NCST

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